08 novembro 2009

mália, drugada de alfama

Assim que me vi livre do vírus que me fez permanecer num estado de ora-tenho-febre-ora-não-tenho que me arruinou uma semana, acorri a fazer uma vontade à minha mãe. Não foi para recompensá-la dos cuidados de enfermagem que me prestou que nos deslocámos a dois locais distintos onde decorrem as manifestações de homenagem a Amália. A exposição na Central-Tejo nada acrescentou àquilo que se viu no CCB, embora no meu ponto de vista qualquer exposição seja valorizada pela excelência do próprio espaço.
A diversidade de obras e suportes mostrados tiram qualquer sombra de fastio - música, discos, cartazes, roupas, jóias, fotografias, filmes... Já a organização dos pontos de audição da música deixa muito a desejar - quatro colunas colocadas a meio metro de distância numa mesma parede provocam uma tal poluição sonora que torna qualquer uma inaudível.
Os corações de Joana Vasconcelos são a única coisa que vale a pena ver na secção "Amália sob o olhar dos artistas de hoje". Quanto ao resto... que dizer daqueles olhares? Serão vesgos?

2 comentários:

Jo-zéi F. disse...

a malta mete-se na droga e depois...
até gritam!!!!
:p

Unknown disse...

:)