31 janeiro 2010

i! ui!



Ponho de lado aquela tendência que todos temos de pensar que os industriais portugueses são os culpados de muito artigo mau à venda por esse país fora (não tanto como os chineses, mas lá têm a sua conta). Roguei-lhes já meia dúzia de pragas. Depois de dois cortes nos dedos, entrego os pontos: a cafeteira é francesa; os conterrâneos de Stark também nos dão relíquias destas: tampas com arestas vivas. Merci.

28 janeiro 2010

brigada!

Ver o trabalho reconhecido publicamente, embora sendo um singelo trabalho, sabe muito bem. Para ler umas palavras agradáveis, é clicar aqui, por obséquio.
:)

26 janeiro 2010

m aborrecimentozito

Por dá cá aquela palha, às vezes descubro coisas simples que me aborrecem muito.
Um dia destes, ao ver umas fotos minhas com cerca de dois anos, descobri que me falta uma determinado objecto, do qual não tenho memória de ver aqui em casa. O objecto, que prezava, não é importante, embora tenha algum valor - foi-me oferecido pelo meu irmão.
Tentei seguir-lhe um rasto, ver quando o usei pela última vez. E fiquei isso sim, frustrada por saber que no lugar dele tinha vindo um outro, antiquado, fora de prazo, de moda e de uso difícil. Mais me frustrou saber que alguém agiu maliciosamente, premeditadamente, fazendo de mim lorpa. Se ao menos tivesse sido caso único...
bras
de requalificação na a16, 3 meses após a inauguração tal como chumbar num exame. Alguém faz muito mal o trabalho de casa, não?

17 janeiro 2010

úvida de domingo

Vai uma pessoa destinada a ter um almoço de matança de saudades e vem de lá toda amassada, com a roupa numa lástima e o pescoço a arder. Crianças efusivas na manifestação de afectos, indisciplina ou ausência de boas maneiras? Não sei, já baralho tudo...

16 janeiro 2010

escoberta

Foi preciso o Júlio Pereira lançar este disco e ir ao lançamento para conhecer a obra do autor das ilustrações que integram o projecto (Tiago Taron). Devo dizer que fiquei fã e fascinada com elas, mas nem sequer tenho para uma para amostra. Fica a capa do disco.


12 janeiro 2010

m dia que parecia jeitosinho

Toda a gente tem dias bons, maus e assim assim.
Hoje não estava a ser um dia mau mas agora está quase no fim e começo a tomar consciência daquilo que foi.
Começar um dia de vendaval e chuva intensa com um furo... Descobrir que a carequice dos pneus de trás custaria 137 euros.
Começar uma reunião com uma hora de atraso e sair dela com outras três marcadas, faz-me crer que ela serviu apenas para isso.
Voltar a casa e descobrir que falta comprar uma prenda para alguém que faz anos amanhã. Correr a comprar.
Correr para uma aula de ginástica que me fez suar tanto quando eu precisava pouco e quando lá fora faz tanto frio.
Correr e preparar uma aula para de manhã.
Deparar com duas valentes poças de líquido amarelo com que os meus reduzidos cães me presentearam pelos serviços prestados. São gratos, não são?

09 janeiro 2010

m copo de sol

Os olhos mais lindos de Oeiras, gritava uma fã. É capaz.

03 janeiro 2010

ncoerência doce qb


Tome-se um frasquinho de compota Pingo Doce e tente-se levá-lo até ao fim.
Quem consegue?
Como é que se rapa o frasco, agora que estava a saber bem e não tenho mais?
Para que serve aquela curvinha?
m arzinho beirão



02 janeiro 2010

inharias

Começar o ano sem champanhe e sem as 12 enjoativas passas é um prenúncio se bom ano? Se assim for, estou safa. Se além disso se juntar uma canjinha de arroz com cenoura e maçãs cozidas, temos os ingredientes perfeitos para um inicio limpinho, que muito me apraz. A minha aversão à comida está a ganhar dimensões preocupantes, dizem; os grandes repastos enjoam-me, causam-me alguma repugnância, como aliás, todo o género de opulência. Na última vez que estive num grande jantar (e por uma boa causa) foi quando verifiquei o quanto isso me incomoda. Disso me livrei nestas últimas festividades natalícias; disso e de muitas outras coisas que decidi não trazer para 2010.
Nunca tive o hábito de fazer promessas nem me lembro de ter dito "este ano é que é". Talvez porque nunca tive grandes projectos de vida, talvez apenas porque nunca fumei.
Os meus desejos são, aliás, cada vez mais comezinhos; ficaria muito feliz se tiver dinheiro para ajudar alguns desgraçados que andam pelas ruas, por exemplo.
Algumas coisas, porém, parecem ter lugar neste ano e este parece-me ser o tempo certo para as pôr a andar.
Se continuarei a escrever aqui? É possível que sim, desde que não me comecem a sair muitos textos deste calibre...