uplicaComo se de um magnete se tratasse, o meu carro atrai todos os géneros de pancadas.
Poderia tratar-se de violência doméstica se dormisse com ele em casa já que há dias em que cansa.
Faz-me pena o seu estado. Afinal, vivemos mais ou menos juntos há quatro anos.
Constato que não há lugar seguro nem poiso fixo para lhe acontecerem estas mazelas, à medida de uma por cada dia.
Interrogo-me se não haverá um género vingativo e ressabiado de anjo da guarda dos automóveis, a quem este tenha provocado anteriormente algum dano. Ou mesmo ter atropelado alguém nas minhas costas.
Nunca pensei chegar ao dia em que teria vergonha de andar na rua de braço dado com um cangalho que, definitivamente, precisa reforma.
Caros anónimos amassadores de chapa. Se me ouvem, deixo um apelo ao vosso coração tão mole quanto a lata deste veículo: não tenho dinheiro para trocar por um novo, tá?

1 comentário:
ora...vai mazé aprender a conduzir e deixa t d desculpas :D
Enviar um comentário