e alguém se desse ao reparo e contasse as coisas que eu escrevo veria que há muitos dias silenciosos. Parece até que entre uma chamada da dona Gabriela e uma ida ao cinema nada aconteceu. Pura mentira, mentira refinada. Não me chega o tempo para nada fazer; para colaborar com os meus protegidos, seja qual for a raça e o género mas ainda não para trabalhar se pensarmos em trabalho com cariz oficial.
Amanhã espero ser atendida pelo médico cuja consulta está marcada há um mês e meio, ou seja, desde o dia em que ele meteu férias. Será absurdo pôr a hipótese de ele não dar consulta em virtude de fazer ponte em virtude de ser feriado na terça-feira? Será isso possível? Pergunto no exacto dia e hora em que faz seis meses sobre a trágica aula de particular de condução que me arrumou.
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