esign and the elastic mindé o nome de uma exposição que não posso ir ver amanhã... mas que tem uma fantástica versão online que é imperdível.
Está no MoMa - Museu de Arte Moderna, Nova Yorque.

Elephants Dream
esign and the elastic mind
ipercuriosidadeA utilização crescente do vídeo e em particular em ambientes educativos fez dedicar-lhe um olhar que até agora não me tinha disposto fazer. Os conceitos de hipermedia e hipertexto já não antigos mas recentemente fala-se em hipervídeo. Assim como os sistemas hipermédia, que permitem flutuar dentro do mesmo documento ou entre documentos diferentes, também o hipervídeo dispõe de uma série de ligações que transportam o utilizador para outras fontes.
Aparentemente, o processo é complexo, mas não é necessário procurar os hotspots, porque o problema é simplificado com a inserção de marcas que indicam a sua presença. Embora também não seja novo, o hipervídeo permite uma grande interactividade - já corre por aí o hipervídeo em conteúdos pedagógicos. Complicado será ter máquinas na escola cuja memória aguente a pressão de tantos dados. A minha, por exemplo, já se está a queixar dos excessos.
Existem hoje sítios totalmente construídos pelo utilizador tais como o incontornável youtube, blogs, fóruns, podcasts... A interacção permitida pelos actuais meios tecnológicos conduz à construção do conhecimento baseado na partilha de informação e de conhecimentos; o utilizador cria, publica, partilha e tem o retorno. Estou, portanto, a dar o exemplo - eu sou do tipo web2.0…
dia em que a minha pen morreu
A dependência que criamos em relação aos suportes tecnológicos tem destes dissabores. Um dia um acidente destrói todas as horas que dedicamos a um qualquer projecto. Esse dia é sempre aquele em que tínhamos acabado de guardar coisas importantes e que, estupidamente, não guardamos noutro sítio. E é sempre quando nos preparávamos para o fazer, o que torna isto ainda mais absurdo.
,2,3, experiência
Tive ontem a oportunidade de testar um programa interessante que apregoa a fusão de funcionalidades de vários outros. Por razões opostas às que levaram à realização deste evento, patrocinado exclusivamente por uma marca de software, abstenho-me de a referir. A dita aplicação permite desenhar gráficos, organigramas, diagramas, mapas, esquemas, entre outros, substituindo vários com funções específicas (se bem que o que cada programa permite fazer depende em grande medida do objectivo do utilizador, dependendo isso do acabamento que queiramos dar à questão).
A aplicação disponibiliza diversas ferramentas (dizem) de fácil utilização mas não é tão intuitivo como isso, provavelmente para quem está pouco familiarizado com os procedimentos dos mais comuns programas de desenho.
A funcionalidade que me fez correr atrás dele é a facilidade prometida de conceber diagramas de branstorming. O conceito não é novo, nem sequer as ferramentas o são - lembro de, há cerca de dez anos ter utilizado um programa idêntico, tido na altura e no meio que integrava, como uma invenção sensacional. Dizia-se que er
a revolucionário no modo como permitia a representação gráfica das conexões mentais, sendo por isso utilizado na concepção de hipertexto e de páginas web. É verdade que os esquemas resultam graficamente interessantes, muito semelhantes estruturalmente aos esboços feitos à mão, mas faltar-lhe-á, claro, a expressividade.
O programa não é eficaz e é muito menos fiável quando usado numa representação que se quer rápida, feita ao ritmo da ideia - no facto de utilizar um computador para registar a informação, perde-se a espontaneidade subjacente a qualquer sessão de brainstorming, contrariando o próprio conceito de brainstorming. O máximo que se obtém desta função é o de “passar a limpo” o registo manual. Está disponível uma demo do programa mas há alternativas em open-source.
adrões de vida

emórias de afectos - III
m mistério
pedido de uma amiga em ler, passar os olhos, consultar, abrir (!) este livro: O Segredo. E concluo, depois de lhe passar os olhos, que há coisas que não têm explicação. Porque é que é há meses o livro mais vendido? O top dos tops? Um livro que nos diz que temos que colar na parede um papelinho com as coisas que queremos que aconteçam na nossa vida. O facto de o recordarmos a toda a hora conduzirá à sua realização. Colemos uma nota: o dinheiro virá; dinheiro e mais dinheiro, como se isso fosse a solução para todos os infortúnios.
ecordações
cabadinho de descobrir:
oincidência ou acaso?
se estiver enganada, digam, sim?). E depois desses cruzamentos, novas coisas acontecem. Mau seria se destas convergências não saísse nada...
Depois, descubro que, pessoas com quem me cruzo diariamente, têm gostos semelhantes, mas não apregoados, também por mero acaso. Descubro que têm, no seu passado (alguns no presente) bds de referência.

Mas, não indo, aqui fica mais uma informação: a Feira do Livro Manuseado já foi. O tempo passou e nem dei por ela.
enários bizarros de um domingo de corrida. Não lhes invejo uma pinga de suor (que sou avessa a corridas, por estranho que possa parecer). Invejo apenas a possibilidade de ver Lisboa de um posto que só daquele modo se consegue. Talvez para o ano, quem sabe, me dê ao trabalho de levantar de madrugada, ser uma das últimas e poder contemplar a paisagem. Registe-se agora o facto raro: a ponte completamente vazia; o antes, o durante e o depois.

escobertas